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Quinta do Vienzo

Por Duda Hamilton

Ampliar a produção de novas variedades de oliveiras e aprimorar a qualidade dos azeites de oliva. Esses são os dois principais objetivos para os próximos anos da Quinta do Vienzo, a primeira empresa a produzir, processar e vender azeite de oliva em solo catarinense.

Foto: Marcelo Schmöeller

Casal Jester e Patrícia Macedo está a frente do empreendimento de 10 hectares com 2 mil pés de oliveiras na cidade de Rancho Queimado, distante 67 km de Florianópolis.

Localizada em Rancho Queimado, na grande Florianópolis, a Quinta do Vienzo recebeu o plantio de 700 mudas de oliveiras em abril de 2012 e hoje conta com 2 mil oliveiras das variedades Arbequina, Arbosana e Koroneiki.

O engenheiro agrônomo, Jester Macedo, e sua mulher, a bibliotecária Patrícia Macedo, hoje responsável pela área comercial da Quinta do Vienzo, são os empreendedores nos 10 hectares. “Nossa expectativa é produzir em 2021 uns 2 mil quilos de azeitonas, o que significa de 250 a 300 litros de ouro verde, e plantar mais 700 pés”, explica Jester, acrescentando que outras três variedades Manzanilla, Frantoio e Picual estão sendo testadas em Rancho Queimado.

Até agora foram processadas pela Quinta do Vienzo 1.200 garrafas de 250mls. “Nosso objetivo é chegar a 3 mil litros de azeite, ou 12 mil garrafas de 250ml por ano”, completa o engenheiro agrônomo. “Uma pequena parte do nosso pomar está produzindo, temos muito pela frente, a cada ano vai aumentar a produção e a variedade”, revela. O intuito, segundo Jester, é oferecer ao cliente um azeite diferenciado, com qualidade.

Foto: Patrícia Macedo

Em apenas dois anos, os empreendedores já conquistaram uma medalha de prata com o monovarietal Arbequina, no concurso BRAZIL iOOC 2020. Até agora foram colocados no mercado quatro tipos de azeites: monovarietais Arbequina e Koroneiki, Blend Frutado e Blend Intenso. “Mesmo com a pandemia, a safra de 2020 foi toda comercializada em dois meses”, observa Patrícia Macedo. “Todo o processo ocorre dentro da nossa propriedade e é conduzido por nós mesmos – do processamento, passando pela embalagem até a comercialização”, finaliza.

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